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A “Travessia” e o amigo

02/04/2010

Travessia (Fernando Brant/ Milton Nascimento)

Quando você foi embora
Fez-se noite em meu viver
Forte eu sou mas não tem jeito,
Hoje eu tenho que chorar
Minha casa não é minha,
E nem é meu este lugar
Estou só e não resisto,
Muito tenho prá falar

Solto a voz nas estradas,
Já não quero parar
Meu caminho é de pedra,
Como posso sonhar
Sonho feito de brisa,
Vento vem terminar
Vou fechar o meu pranto,
Vou querer me matar

Vou seguindo pela vida
Me esquecendo de você
Eu não quero mais a morte,
Tenho muito que viver
Vou querer amar de novo
E se não der não vou sofrer
Já não sonho, hoje faço
Com meu braço o meu viver

Solto a voz nas estradas,
Já não quero parar
Meu caminho é de pedra,
Como posso sonhar
Sonho feito de brisa,
Vento vem terminar
Vou fechar o meu pranto,
Vou querer me matar

Vou seguindo pela vida
Me esquecendo de você
Eu não quero mais a morte,
Tenho muito que viver
Vou querer amar de novo
E se não der não vou sofrer
Já não sonho, hoje faço
Com meu braço o meu viver

Vários são os obstáculos quando, por vontade própria, destino ou consequência, enfrentamos uma travessia.  Tá, admito, pouco sei sobre travessias. Parece que ainda não vivi o suficiente. Mas uma coisa é fato: quando é necessário seguir adiante, nada melhor do que um certeiro camarada. É alguém que dirá o óbvio, o que você já espera e o que já escuta de todos. Mas o sentimento ao ouvi-lo é diferente, a consideração pelo que está sendo dito é maior e o privilégio de estar recebendo carinho e atenção é impagável.

Deve ser a tal da amizade.

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